#Nos40DoSegundoTempo

Uma viagem pela Romênia

Foram 11:30 horas até Londres e mais 3:00 horas até finalmente chegar na Romênia. Nunca imaginei um dia conhecer esse país, sempre que rabiscava uns nomes na minha lista de países preferidos pra conhecer, este nem em sonho entrava nela.

Então, que diabos vocês devem estar se perguntando, o que você foi fazer lá?! olha, não sei muito bem como aconteceu, mas foi algo totalmente inusitado, eu e minhas amigas fazemos uma viagem (only girls) uma vez por ano, sempre escolhemos destinos fora do convencional, neste ano queríamos algo diferente das viagens anteriores, por isso optamos por dar um tempo da Ásia, afinal tínhamos ido nos últimos dois anos, conversando e como num jogo de War, acabamos andando umas casas pra Europa e caímos na Romênia.

Decisão tomada, Leste Europeu aí vamos nós. Aliás, que decisão mais acertada, depois de anos vivendo sob o regime comunista, uma nova Romênia – parte integrante da Comunidade Comum Européia – se abre para o mundo e para os turistas.

Primeiro dia, começamos explorando a cidade de Bucareste (capital da Romênia), mais conhecida por ser a “Pequena Paris do Leste Europeu”. Nosso primeiro (e, necessário) passeio foi pelo Parlamento Romeno, suas dimensões são espantosas se levarmos em conta o fato do país ter passado por um regime autoritário, cruel e arbitrário. Sua população explorada e expropriada, foi obrigada a ceder as terras para a construção – 350 mil metros quadrados – do que seria o maior edifício da Europa e o segundo maior edifício administrativo do mundo, perdendo apenas para o Pentágono.

Falar da Romênia é um misto de sentimentos, afinal passamos pelo comunismo recente e totalitário, nos deparamos como reinado de Vlad III, Senhor feudal dos Cárpatos e príncipe da Valáquia, conhecido por combater os otomanos e por exterminar um quinto da população do país. Sua crueldade era tamanha que deu origem ao mito do Conde Drácula. Visitamos uma parte dos sete patrimônios mundiais eleito pela UNESCO, entre eles o Igreja Fortificada de Prejmer, datada de 1427, localizada em Brasov – a mais importante cidade medieval e a mais visitada da Romênia.

Agora, melhor do que as palavras pra definir o quanto eu me apaixonei pela Romênia, são as imagens que não me deixam mentir. Mas nada seria como foi, sem a presença fundamental de duas pessoas e uma turma de amigas: Mauricio Polato, nosso guia que já nos acompanha há 3 anos, do Brasil para o mundo. E a melhor guia da Romênia; Ana Cârlan, que além de falar português é a pessoa mais delicada e atenciosa, além da guia mais descolada que poderia ter.

Sobre as minhas amigas, posso afirmar que são as melhores companheiras de viagem (<3) ever.

Deixo meus registros por Bucareste, Sinaia, Brasov, Sighsiora e Sibiu, em forma de VLOG. Como tudo o que é bom, não cabe num vlog só, assista a primeira parte desta viagem por um país que abriga 20 milhões de pessoas, com sua história incrível marcada por lutas, religiosidade e arquitetura, além da localização geográfica única.

 

 

Aquele olhar, de quem vai {crio}gelar…

Depois dos meus 40 anos, ganhei sabedoria, experiência e de quebra a droga de uns quilinhos a mais na minha esbelta silhueta, sabe como é ?! óbvio, eu sei que algumas de nós não passam por isso, mas no meu caso esse “pequeno inconveniente”, se deu mais especificamente na área do abdômen – nome mais fino para o vulgo, banha na barriga.

Fatidicamente, a minha fase (longínqua) de adolescente ficou para trás, fase esta onde não haviam as palavras: proibido proibir. Toda aquela falta de preocupação na minha vida, sobre os aspectos gastronômicos ficaram no passado. Agora, virei a ” louca das dietas”, sim, todas somos loucas (muitas vezes) e já tentamos de tudo – inclusive remédios, sem orientação médica – prática totalmente equivocada, é bom dizer – daqueles que deixam a gente bem doidona, quem nunca?!

Já testei algumas dessas dietas, aí: Dieta da lua, dieta dos pontos, dieta do glúten, dieta dukhan, enfim existem uma centena delas pra gente escolher, é só tirar no palitinho, mas as milagrosas são sempre as mais sedutoras (se é que elas existem, né?!) por fim, criei vergonha na cara e fui procurar ajuda de quem entende de verdade – no caso, a minha médica endocrinologista.

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Confesso, um pouco antes, quando a rebeldia ainda batia dentro de mim, eu pensava logo em partir para a faca, leia-se cirurgia plástica, radical, né?! ~ mas, ainda não é o meu caso~ prefiro as intervenções dermatológicas ~ totalmente o meu caso~ sempre quis testar algumas máquinas, uma delas a famosa Criolipólise. Associei os procedimentos estéticos ao meu processo de emagrecimento, tudo supervisionado pela dupla Dra Elaine e Juliana Ozaka.

Então, vamos falar dela – a crio – funciona da seguinte maneira, sabe aquela gordurinha que gruda e não desgruda?! nem mesmo com toda dieta do mundo?! e muito menos com todas as aulas de abdominal do universo?! é justamente dela que eu estou falando e, em breve (espero) me livrar. Por isso, vou me congelar.

Eu explico. Não, não haverá nenhuma experiência científica de congelamento do meu corpo, para um dia eu acordar décadas depois. Apenas, vou deixar que aquela ponteira sugue toda a minha gordura abdominal e, ela suga de uma maneira colega, que a sucção parece que não vai te largar nunca mais nessa vida. Nunca. Rsrs

Enquanto, estou sendo devidamente congelada, aproveito e digo adeus as minhas células de gorduras (sem dó e sem piedade), confesso, a sensação no começo é um pouco desconfortável, mas dura muito pouco, começa com uma pressão, esquenta um pouquinho e em seguida, congela todo o ponto sugado, mas nada disso chega a ser insuportável, pra ser sincera achei que sofreria muito mais, ou que sentiria muita dor, mas o único inconveniente (se é que posso chamar assim), fica por conta do tempo que eu precisei esperar a máquina fazer seu trabalho, mas eu tinha como me distrair ~ meu celular.

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**O melhor é a minha cara!!! 😉

Resisti bravamente aos momentos de tédio, tá nem foi tanto assim, mas se eu não fizer um drama, não sou eu, né?! enfim agora tenho que esperar uns 2 meses para ver o resultado, já estou ansiosa e super esperançosa que vai dar certo todo este (congelante) procedimento. Em breve conto pra vocês.

A estética no {meu} emagrecimento

Quem acompanha a minha recente saga para emagrecer, sabe que eu acabei de passar em consulta na endocrinologista AQUI e, que estou na batalha contra os quilos extras, estou topando tudo (ou pelo menos tudo), veja bem.

Não sou nenhuma rainha fitness, já cheguei nos 40 e poucos, mas acho que me cuido dentro do possível. Faço ginástica no mínimo 4 vezes por semana, controlo minha alimentação (sem neuras), é verdade, eu caio matando num pedaço de chocolate durante a TPM, confesso – mas afinal, antes isso do que cometer um crime, né?! – enfim, faço o que posso sem me privar (muito) dos desejos e sabores gastronômicos da vida.

Diante dos esforços para não sucumbir, resolvi aliar outro incentivo ao meu projeto (#Nos40DoSegundoTempo) de perda de peso. Dessa vez, procurei o que tinha de melhor pra me livrar daquelas gordurinhas (insuportáveis) que nem com reza brava vão embora, gorduras localizadas, gordura na minha barriga, que já me fez várias vezes pensar em fazer uma plástica. Como não tenho coragem e muito menos disposição pra sofrer com a recuperação de uma cirurgia desse tipo, o negócio foi recorrer aos procedimentos estéticos da vez.

Juliana Osaka

Pois muito bem, fiz uma avaliação com a Juliana Ozaka – graduada em Estética e Cosmetologia – e traçamos o nosso plano de ação. Como tenho umas gordurinhas “duras”, tipo compactas e mais um pouco de fribose (e, olha que eu nem sabia disso), vamos fazer umas sessões de power shape, pra começar. Pra que?! pra dissolver essa gordura e em seguida  poder congela-las. Assim, o resultado fica muito mais satisfatório e eficaz, pelo menos no meu caso.

Conversando com a Ju, ela me explicou o seguinte; que o power shape tem várias maneiras de ser trabalhado. ela usa de uma forma diferente pra cada pessoa. Se você não souber tirar o melhor dele o resultado não é alcançado.

Já o criolipólise, além de ser uma máquina mais segura e moderna (comparando com as outras formas de congelamento corporal), a vantagem é poder ser ajustada durante o processo, controlando assim a temperatura, ou seja a paciente está com dor, ou sentindo muito a pressão, existe a possibilidade de diminuição de frequência, o que me deixou muito aliviada, porque essa será a minha próxima etapa do tratamento estético. O resultado final fica por volta de 30 a 60 dias, justamente por trabalhar em cima de uma inflamação, ela precisa ser “curada”. A taxa de resposta em média fica por volta dos 70% a 80% de satisfação, isso empolga a gente a repetir o processo em outros locais.

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E como, sou  uma Mulher de 40, já existe uma dificuldade um pouco maior, por várias razões, entre elas as questões hormonais e metabólicas, obviamente cada paciente (ainda assim) responde de um jeito. Por isso, ela cria um protocolo personalizado, além de trabalhar em conjunto com a Dra Elaine, uma cuia da parte metabólica e a outra da estética. Só pode ser sucesso, né?! estou ansiosa pra contar sobre a próxima sessão, assim que fizer, volto pra contar.