Tô apaixonada pelos tubinhos da La Roche-Posay

Eu adoro um creme de rosto e, quando eu viajo aproveito pra comprar alguns, na verdade adoro testar as novidades que eu encontro pela frente. Minha dermatologista que não leia esse post, afinal eu passo em consulta e acabo fazendo tudo da minha cabeça (mesmo). Pra quem, já entrou pra turma dos #Nos40DoSegundoTempo uma dica de um produto B.B.B. é sempre bem vinda. Ok! você pode achar que não é barato, mas se compararmos com outras marcas, eu achei o preço em conta, principalmente pela eficácia.

Enfim, nas minhas últimas andanças por aí, virei fã dos tubinhos da La Roche-Posay. Eu suspeito que, minhas escolhas sejam baseadas em determinadas qualidades dos produtos, acabo escolhendo sempre me baseando em alguns itens:

Praticidade – uma embalagem precisa ser simples, sem frescura para abrir. Esses tubinhos são assim.

Beleza – sou dessas, eu gosto de embalagem fofa. Os tubinhos são fofos.

Cheiro – o produto precisa me atrair pelo cheiro. Todos são cheirosos.

Eficiência – eu preciso sentir que a pele está melhorando, está ficando iluminada ou bem hidratada. Todos passaram nesse teste.

Produtos anti-idade são sempre desafiadores pra nós mulheres, esses tubinhos foram uma feliz surpresa pra mim. Sempre desejamos que o produto faça seu papel, pra mim, eles fizeram.

Voltando para os tubinhos, eles existem em alguma versões, eu comprei 2 deles. O de Vitamina C – Active C10 – eu simplesmente AMEI muito esse tubinho. Achei que realmente fez diferença na minha pele, só não f=gostei  da rapidez com que ele acabou.

Na verdade, eu gosto de me lambuzar de tanto passar creme, literalmente, nada desse negocio de usar só uma gotinha ou um pouquinho, sou um pouco exagerada, mas vou tentar usar menos no próximo tubo, pra ver se rende mais (sim ele já acabou), durou apenas 1 mês.

Ele é um concentrado eficaz de Vitamina C que atenua as rugas e recupera a luminosidade da pele, além disso conta com textura leve, não oleosa e não pegajosa.

*As mulheres que usaram Active C10 sentiram sua pele mais macias após 28 dias de aplicação.
*96% sentiram sua pele mais firme após 28 dias de aplicação.
*100% das mulheres sentiram que o produto não é pegajoso, alem de ser fácil de aplicar e ser rapidamente absorvido

Preço sugerido: R$119,90 – 15 ml

O Hyaluc C eu gostei bastante – é verdade que, meu coração bateu mais forte pelo tubo da Active C – mas, esse tubo eu achei mais “adulto”, ele foi feito para uma pele mais madura (tipo a minha). Ainda tenho o tubo, está quase acabando, mas certamente ele não passa despercebido, eu recomendaria ele.

O anti-idade adequado para o uso diurno, pois possui filtro solar FPS 25 que protege a pele do envelhecimento cutâneo.

O Anti-idade Redermic Hyalu C possui uma fórmula antienvelhecimento completa que estimula a produção de colágeno, ajudando a reduzir as rugas profundas e com efeito densificador da estrutura dérmica:

– Vitamina C altamente concentrada, ativo antienvelhecimento que estimula a produção de colágeno.
– Manose, que ajuda a proporcionar um efeito uniformizador óptico na pele.
– Ácido Hialurônico Fragmentado, que ajuda a suavizar a pele imediatamente.
– Água Termal de La Roche-Posay, reconhecida pelas suas propriedades antirradicais livres e suavizantes.

A eficácia do Redermic Hyalu C UV foi testada e comprovada por meio de estudos clínicos melhorando significativamente:Rugas; Flacidez; Textura; Uniformidade do tom.

92% apontam que o produto deixa a pele com mais viço
88% avaliaram que o produto deixa a pele mais homogênea
92% consideraram que o produto deixa a pele mais firme

Preço sugerido: R$ 129,90 – 15 ml

Vai ter foto de biquíni, sim senhora!

Desde que eu soube que iria para a Grécia este ano, uma ideia fixa adentrou na minha mente, mente esta que eu tento domar diariamente quando sou tomada pelos meus pensamentos negativos. Aliás, se emagrecer dependesse do exercício diário do pensamento positivo + um punhado de autoestima, nada nos deteriam nessa vida, porque ser mulher é travar uma luta diária com seus piores pesadelos/fantasmas estéticos.

Voltando a problemática da viagem, caí na estupidez da comparação, depois de anos na terapia me peguei comparando os corpos de quem iria para essa viagem. Coisa mais I-D-I-O-T-A que eu fiz. Simplesmente, comecei a entrar na nóia e a ter pensamentos de como emagrecer em tempo recorde até, a viagem. Devo confessar bem no íntimo que, a minha vontade de desfilar um corpo fitness pelas areias de Mykonos, sempre foi bem menor do que a minha vontade de me sacrificar tanto gastronomicamente falando, quanto correndo na esteira. Não adianta, faço ginástica por saúde e bem estar. A parte estética sempre foi meu último, dos últimos apelos para entrar diariamente na academia.

Pois bem, dias antes de aterrisar no meu destino paradisíaco, estava eu (ainda que) andando de bicicleta pelas ruas de Berlim, coberta por roupas de verão, devidamente me esbaldando nos vinhos diários a cada refeição, quando começo a ver via Instagram uma parte da turma que, já estava por lá. Fotos de corpos sarados e bronzeados começaram a desfilar no meu feed. Holy Shit, e, eu aqui comendo todos os pãezinhos do couvert.

No primeiro momento pensei, eu não tiro nem a pau o meu caftã na frente dessa turma toda. No segundo momento, comecei a pensar em como isso era bobo, comecei a lembrar das minhas musas que passaram a desfilar suas inseguranças e suas “imperfeições” sem medo, afinal um pedaço a mais de gordura aqui ou ali, o que importa?! quem vai me criticar, que o faça, não dá pra viver se preocupando com o que pensam da gente, sim, porque a minha preocupação estética até aquele momento, era muito mais em relação aos outros, do que a mim mesma. Eu, honestamente não estava me achando isso ou aquilo, tomei como base os outros, uma grande cilada.

Foi então que eu relaxei. Eu tenho barriga, ela não 
é chapada, e, isso não é um problema.

Passei uma vida me incomodando com ela, quanto tempo desperdiçado, quanta energia perdida por conta de um pensamento fixo. O pior é ver que acabamos influenciando negativamente quem esta por perto – minha filha, no caso – dias desses ela me calou, me tirou todos os argumentos da minha boca, foi quando ela reclamou do seu peso e eu disse “Quanta bobagem da sua parte, você está ótima”. Na mesma hora, tomei uma de direita e uma de esquerda “Você sempre reclamou da sua barriga, agora que eu estou reclamando da minha, você fala que é bobagem”. Toma Mãe, não dizem que os filhos aprendem imitando os pais?! se eu não passo confiança pra ela, como posso exigir isso dela?!

E foram, com essas duas experiências que, eu passei a ser mais gentil comigo mesma, e, principalmente com os outros. A tentar me cobrar muito menos, a deixar de me guiar pelos padrões pré-estabelecidos, a passar a admirar também os corpos de outras pessoas que não são exatamente pertencentes a esses padrões. Eu passei a me policiar internamente e me “auto-apontar” quando o meu reflexo imediatamente me diz que alguém é feio, gordo ou inapropriado, isso vale para os outros e também, para mim.

E foi assim, sem medo, sem nóias, que eu tirei uma foto de biquíni de corpo inteiro, devidamente postada no meu Instagram, para a posteridade. Vai ter foto de biquíni, sim senhora! Vai ter desfile pelas areias da praia, também! Viva a diversidade, ninguém precisa de nada para ir à praia, apenas um corpo, e, que, este seja do jeito que for. Simples.

Foto: @juaguiarbraga

Emagrecer (sem culpa) comendo

Nos últimos dois anos, oscilei um tanto quanto na balança. Cheguei a pesar 49 quilos, mas segurar esse peso foi difícil. O pior foi ver a balança aumentando progressivamente e, eu sem conseguir parar. Claro, no meio do caminho tive alguns probleminhas, quem acompanha o blog sabe que eu tirei um ovário, entrei na menopausa precoce, comecei a tomar remédio para a tireoide, enfim coisas da vida (da idade).

Mas mesmo tendo a meu favor (no bom sentido) todos esses problemas, sim porque eles seriam ótimas desculpas, para justificar o meu ganho de peso. Afinal, de 49 pulei para 57 quilos. Podem imaginar a diferença?! toda roupa marcava minha nova silhueta arredondada, me incomodava muito, fiquei um bom tempo vestindo aquele pretinho básico, simplesmente não conseguia usar outra cor. Autoestima no pé, sem vontade de ir pra ginástica. Conclusão: um horror.

Agora, grande parte do meu aumento de peso, tem um fundo emocional: A culpa. É só falar, não pode, ou está proibido, que o negócio não vai pra frente. Não sei porque insisti tanto em procurar ajuda de profissionais, que criavam dietas restritivas pra mim. Eu gosto de arroz e feijão, detesto fruta e abomino tapioca. Então, porque raios eu parava nesse tipo de gente?! juro, acho que era massoquismo, só pode.

O dia que eu entrei no consultorio da Dra. Eliane Dias, eu fui logo falando “Se eu não puder comer meu arroz com feijão, eu vou embora”. Por graça do destino, eu encontrei alguém que entendeu os meus gostos alimentares, entendeu que eu não quero fazer uma porra de educação alimentar radical e restritiva. Definitivamente, eu não vou comer tapioca com aveia e tomar suco verde no cafe da manhã – eca, só de pensar nesse suco, eu tenho vontade de vomitar – detesto ele com todas as minhas forças.

Ou seja, o que me resta é comer comida gostosa, saborosa, na quantidade certa, sem exageros, sem “jacadas” (ok, uma na semana pode! Rsrs) obviamente, com um pouco de esforço da minha parte, assim aos poucos eu chego lá. Já estou mais magrinha, com 53 quilos, minha meta é chegar nos 50 quilos, peso ideal e possível para eu manter em longo prazo.

Agora, você me pergunta, “Mas e o dia que você exagerar MUITO?!” eu respondo “Esse dia não chegará”, “sentiram a firmeza?!”. Depois que eu escutei uma historia super interessante da Dra Elaine, eu passei a me policiar e percebi o quanto a minha relação com a comida estava errada. Nada de sentir arrependimento, de ficar com raiva porque não aguentou a tentação, eu posso e devo comer um pedaço daquela comida deliciosa, eu só não devo “cair de boca”.

Um estudo científico fez uma comparação entre as mulheres americanas (isso nos inclui), em relação as mulheres européias (mais precisamente as francesas). Se aparecer um bolo na casa de cada uma delas, as reações são tão diferentes. A primeira rejeita imediatamente o bolo, só falta exorcizar aquele doce e  jogar no lixo. Vai embora renegando o coitado do bolo. Mais tarde na calada da noite, assalta a geladeira e devora sem dó, nem piedade o bolo, o único detalhe é que em seguida ela é tomada por uma culpa imensa, seguida de uma sensação de fracasso por ter sucumbido ao bolo de chocolate.

Enquanto isso, as francesas ao se depararem com o mesmo bolo, tem a seguinte reação. Ficam felizes porque apareceu um delicioso bolo de chocolate na casa delas, pega um pedaço do bolo e come sem culpa alguma. Guarda o resto do bolo na geladeira e vai dormir, com a consciência tranquila. Ou seja, a pessoa é consegue manter o equilíbrio.

Voltando pra mim e para vocês, quantas vezes comemos o bolo inteiro?! quantas vezes ficamos nos sentindo péssimas por isso?! muitas, né?! não seria mais fácil, passar a treinar nossa mente para reagir como as francesas?! nosso sofrimento em relação a comida acabaria. Pois bem, eu estou introduzindo essa técnica na minha vida.

Dias desses, estava eu no meu curso a noite, já passava das 20:00 horas, minha fome estava aumentando, quando finalmente chegou o intervalo e serviram o lanche. Fui como uma louca pegar meu sanduíche. Comi aquele pedaço de pão com tanto gosto, que assim que acabou eu fui pegar outro. Na hora que estava quase segurando um novo sanduíche, lembrei dessa historia. Parei por um minuto, respirei, conversei com a minha mente e falei o seguinte pra ela “Amiga, sua fome já passou, isso agora é gula, você não precisa comer mais”. Sabem o que aconteceu?! eu larguei o sanduíche na mesa, dei meia volta e sorri de felicidade da minha conquista mental.

Consegui me controlar, não sucumbi a tentação e já, sou quase uma francesa de nascença. Mais um pouco começo a falar francês, mon amour.