Fluid Gold by H.Stern

Nada como um lançamento desejo da H.Stern pra fazer a gente enlouquecer. Primeiro, quem nos apresentou ao colar foi a consultora de estilo Ucha Meirelles, na companhia da sempre querida AND musa maior Costanza Pascolato, responsável pela criação, em 1997 do colar em questão.

Me apaixonei logo de cara, mas para levar essa joia para casa é preciso um pequeno investimento $$$$, cada colar tem um valor, afinal ele tem 3 tamanhos diferentes e uma musa.

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Eu não sou a Diane Kruger (a musa), mas definitivamente escolhi o meu jeito de usar o colar Fluid Gold, ainda que por um instante. Inspiração anos 70, em uma versão headband mais moderna e atual.

Sem título

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E pra fazer a gente morrer de inveja, a musa Diane Kruger é novamente a estrela de uma campanha da H.Stern. Nas cenas, dirigidas por Roberto Stern, Diane vive os bastidores de uma sessão de fotos com o colar deuso.

Já um ícone consagrado da H.Stern, o colar da linha Fluid Gold é uma joia incrível. Com aproximadamente três metros de comprimento em sua versão mais longa (há ainda dois modelos mais curtos), o fio é composto por nada menos do que três centenas de pequenos canutilhos de ouro amarelo 18K, com acabamento texturizado, que correm maleávelmente sobre um fio flexível, permitindo seu uso de formas variadas.

Com apenas duas voltas longas, o Fluid Gold mostra sua face mais sensual, chegando a atingir a linha da cintura feminina e permitindo que a mulher o manuseie casualmente. Uma dobra a mais cria um interessante degradê de fios dourados que caem sobre o colo e abdomem. Já com cinco ou seis voltas em torno do pescoço, o fio se desenha como uma cascata, enfeitando voluptuosamente o colo feminino. Quanto mais voltas forem feitas, a joia vai se ajustando ao pescoço, até se transformar em uma gargantilha mais formal.

Correndo pelo braço, com cerca de 20 voltas ao redor do pulso, o colar pode se transformar em um largo bracelete flexível. E, para as mais fashionistas, nada como usar um deles adornando cada punho.

Não por acaso, a o colar já foi usado por estrelas como Angelina Jolie, em ensaio fotográfico para uma revista, Gwyneth Paltrow em cenas do filme Iron Man, ou ainda por Scarlet Johanson e Helen Hunt em aparições sobre o Red Carpet de Holywood.

Seja sobre a combinação básica de jeans e t-shirt ou com um vestido de gala ultrasofisticado, ele é infalível para acompanhar nós mulheres modernas e descoladas. “O colar Fluid Gold é uma das minhas joias preferidas. É tão versátil e fácil de usar, tanto de dia quanto à noite, que não consigo saber qual é a minha maneira preferida!”, afirmou Diane Kruger durante a filmagem e sessão de fotos. “Tenho vestido como pulseira durante o dia, só para poder colocá-lo à noite também, como colar”, confessou a guapa.

Fotos: Divulgação

VARSITY JACKET

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OK, o inverno vem chegando e com ele as novas tendências vem logo atrás.

Diretamente do famoso American way of life, surgem as jaquetas dos famosos filmes açucarados, onde o bonitão do time de futebol americano (ou qualquer outro esporte), usa para fazer charme para as menininhas.

Aliás, o significado da palavra VARSITY no dicionário é a seguinte: “the principal squad representing a university, college, school or club esp. in a sport” – ou seja todo bonitão da escola tem uma jaqueta esportivas.

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Agora, nos dias atuais, na prática elas servem para as meninas esportivas, fashionistas ou qualquer tipo de “istas”.

Usadas de maneira descolada, com calças, saias, vestidos ou shorts elas são excelentes opções pra quem quer curtir um american way of life.

Portanto, vamos a galeria de fotos para ver algumas produções e quem sabe encontrar um pouco de inspiração para futuras aquisições fashionistas.

*Meu conselho: não invista muito ($) em uma super jaqueta, a moda como bem sabemos é fulgaz. As lojas de departamento tem versões bem em conta pra quem quer investir na tendência.

Veja a foto da nossa papisa da moda com sua jaqueta esportiva by ZARA.

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 As famosas e suas jackets

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Versão BOY & GIRL

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ruiva

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Fotos: Reprodução

JORNALISMO DE MODA

A convite da RIACHUELO, o meu sábado começou bem cedo, mas por um motivo nobre.

Na Escola São Paulo, grandes nomes da moda foram os convidados do Seminário Internacional de Jornalismo de Moda, que contou com a ilustre presença da editora do Estúdio Berçot de Paris – Marie Rucki.

As palestras foram todas mediadas pela editora da Harper’s Bazaar Brasil – Maria Prata.

A primeira palestrta da manhã discutiu o o impacto das editoras de moda no universo jornalístico fashion, tema este comentado por Marie Rucki, que entre outras coisas, afirmou – ” Não podemos falar de moda como antigamente, a moda evolui da mesma maneira que a evolução científica”.

Marie fez primeiro um apanhado pelo passado, onde pontuou vários momentos marcantes da moda mostrando suas particulidades no tempo. Entre eles, a moda do começo da década de 40, que apenas falava sobre os trajes das muheres ricas, sem fazer uma análise de moda.

Em seguida seu foco se voltou para duas grandes editoras de moda, Diane Vreeland e Anna Wintour. Dois estilos diferentes, a primeira era uma artista brilhante, já a segunda uma pragmática, que encontrou eco com as finanças.

Passando para a segunda palestra do seminário, a nossa papisa da moda – Costanza Pascolato, falou sobre o tema as Interpretações da Moda.

Costanza, começou sua fala explicando como faz para analisar um desfile, disse que usa toda a sua bagagem cultural e intuição a favor de suas críticas na hora de escrevê-las.

Em seguida, emenda uma delas para as pessoas do ramo – ” As pessoas que trabalham na moda, são ignorantes”, elas não lêem, não vêem filmes ou se interessam em aprender.

Mas, a melhor análise foi feita sobre a saída de Nicolas Ghesquière da Balenciaga, uma marca conhecida por sua vocação de laboratório, sem apelo popular e que ao longo desses 10 anos, tendo Nicolas a frente da direção criativa, conseguiu modernizar os códigos da marca trazendo de volta a sua importância no cenário mundial.

Contudo, seu legado passa agora para as mãos do jovem Alexander Wang, o que causou uma certa estranheza no mundo da moda, devido a diferença de estilos, mas por outro lado Marie nos mostrou que a decisão não foi tomada de maneira impensada, mas sim estratégica.

O fato da marca apenas servir como laboratório, toma agora um novo rumo mais comercial com a direção de Wang, que além de possuir tino apurado, ele se introduziu e hoje faz parte de uma sociedade de jovens, ricos e influentes, capazes de influenciar as massas.

A terceira palestra contou com a presença do sempre simpático – Dudu Bertholini, onde o tema foi editoriais de moda.

Para Dudu, o importante no trabalho de stylist é entender o público alvo e mirar o objetivo final. Ele, prefere atualmente ser chamado de Image Maker ou Criador de Imagens, afinal esse é o seu trabalho, quando uma roupa desfilada precisa de uma imagem marcante para se tornar desejada, tudo isso é feito através de um editorial.

Eu particularmente, adoro ouvir o que o Dudu tem para dizer e, é por isso que eu gravei um pouquinho da sua fala sempre alegre, simpática e inteligente.

Agora com vocês meus momentos de TIETE…

E por fim, as minhas amigas de seminário – Paula (blogueira), Fê (diretora de conteúdo de mídias sociais) e Marcia ( jornalista).

Love, LuMich

Fotos: DQZ