Le Bilboquet SP

Eu sempre fui fã desse restaurante em Nova Iorque (olha AQUI), confesso que o tratamento, ultimamente me fez deixar de ir nas últimas vezes em que eu estive por lá. Mas de qualquer maneira, ele sempre ficou entre os meus preferidos – sempre.

Le Bilboquet NY

Recentemente, o LE BILBOQUET abriu suas portas aqui no Brasil, eu ensaiei algumas vezes de conhecer o restaurante, mas minhas tentativas não foram bem sucedidas, até este final de semana.

Le Bilboquet SP

Finalmente, aproveitei que a minha prima soteropolitana Lili (“só à nível de curiosidade”, Lili é seu nome e não apelido), estava passeando por terras paulistanas e resolvemos então, conhecer a filial do Bistrô Francês.

Le Bilboquet SP

Le bilboquet SP

(BEM) Diferente da matriz nova iorquina, o serviço (simpático) e a comida estavam excelentes.

Sou apaixonada por Steak Tartar e sempre que vou à restaurantes franceses, esse é sempre o meu pedido – sou monotemática – mas, não é em qualquer lugar que se come um bom prato desses.

E no Bilboquet “Paulista”, eu matei a minha vontade de carne crua. Ah, isso sem contar nas batatas fritas mais sequinhas do planeta.

Le Bilboquet SP collage collage

Enfim, agora eu não preciso mais ir atééé Nova Iorque, pra comer o meu prato preferido, é, só eu dar uma passadinha no Le Bilboquet de Sampa!! #sóquenão 🙂

Rua Vittorio Fasano, 49 – Jardins, 01414-020 São Paulo

 

Fotos: DQZ e Reprodução

New York em 4 dias

Como eu morei em NY e tenho uma relação de amor com essa cidade única e tão cosmopolitae até porque, fazer compras em São Paulo não está fácil — sempre que posso dou uma passadinha na Big Apple.

Um dia liguei para a Fê e disse: “vou sozinha para NY sexta-feira, essa é sua grande oportunidade, vai comigo?” — por que eu sou assim. A Fê, naquela calma que Deus lhe deu, disse “tá bom, vou falar com o chefe e te respondo mais tarde.” Em dois dias embarcamos para um final de semana prolongado de compras.

Nos hospedamos no Helmsley Carlton House, na 680 Madison Ave., mais pela localidade que pelo hotel em si, que nem conhecíamos e continuamos sem conhecer até o final dos 4 dias de compras: saíamos bem cedo pela manhã com nossas bolsas à tiracolo (bendita Chanel) e voltávamos por volta de 7pm carregadas de sacolas!!!

O Hotel tinha um porteiro português que sempre se divertia com nossas histórias diárias.

Como era o debut da Fê em NY, precisava aliar as tardes de shopping com um pouco de cultura. Então nosso plano era o seguinte: diariamente dividimos nosso dia em três blocos: cultura, compras e diversão. Daremos aqui algumas dicas imperdíveis para vocês, compartilhando essa nossa expriência.

Nosso dia começava com cultura. Até porque, carregar sacolas o dia inteiro não dá.

Por mais batido que pareça, o Metropolitan Museum é sempre uma grande surpresa. Foi nossa opção para o primeiro dia. Dica dramática: existe um guichêzinho, bem no cantinho, onde você pode optar, discaradamente, por pagar o quanto quiser pela entrada. A entrada para um adulto normalmente custa USD 20.00. Mas, se quiser, você pode pagar menos. É só oferecer uma notinha de 10 e pedir: “Two tickets, please”.
Observação: eu só faço isso porque já fui umas 100 vezes para este museu, tá? Neste dia demos a sorte de ver uma excelente exposição sobre a cultura dos Samurais japoneses e eu gastei bem mais do que os 20 dólares da entrada na lojinha de souvenirs 🙂

Um dos dias começou com uma missa gospel, daquelas que vemos nos filmes. Fomos para o Harlem e nos divertimos a valer. De resto, visitamos também os básicos: St. Patrick`s church, Central Park, Rockfeller Center, etc.

Na última noite conseguimos encontrar tickets de última hora para ver Billy Elliot, um musical engraçado e dramático, que valeu para fechar a nossa trip.

Depois de muito caminhar no Museu, SHOPPING!!! E não estamos falando de outlets, que eu, particularmente, não tenho a menor paciência.

Sacks, Barney’s e Bergdorf Goodman foram nossos magazines preferidos, onde encontramos boas marcas, com roupas de qualidade, a um preço justo e muita praticidade de achar tudo no mesmo lugar, nada de viajar para New Jersey.
Para as compras mais trendy, nos dirigimos ao Meatpacking District, onde fizemos pit stops obrigatórios nas lojas de Diane Von Furstenberg, Scoop, Alexander McQueen e Stella McCartney. Não necessariamente compramos em todas essas lojas, mas, para procurar por oportunidades ou apenas para anotar as tendências, vale a visita.

Rumo ao Soho, o bairro descolado da cidade, demos uma parada para recarregar as baterias comendo “The” Cupcake, na Magnolia Bakery. Imperdível. Voltando às compras, no Soho entramos em quase todas as lojas: Issey Miyake, Isabel Marant, Catherine Malandrino, Phillip Lim, entre outros.

Para o nosso último dia de compras, dica Zen: a Fê descolou uma listinha com os melhores brechós da cidade, um verdadeiro garimpo vintage. Passamos nas seguintes: Armarcord, Ressurrection, The Family Jewels, A seconde Chance e na French Sole.

Para o bloco 3 do dia, escolhemos sempre atividades para descontrair e esquecer que os pés estavam reclamando das longas caminhadas. Jantamos um dia no Le Bilboquet. Literalmente, uma biboca: apertado, mas com uma comida muito boa. Detalhe dramático para os garçons franceses… Outra noite estávamos meio sem fome (graças aos cupcakes) e resolvemos apenas sair para uns drinks no Plaza Hotel. Um luxo.
Em compensação, na noite seguinte saímos para uma bela refeição italiana no Nello. A casa estava cheia e nos colocaram em mesas literalmente coladas a um casal do Texas. Qual não foi a nossa surpresa, mais que simpática, quando o casal nos ofereceu uma garrafa do melhor vinho da casa pela companhia das brasileiras. E depois dizem que os americanos são frios!

Fizemos mais algumas coisinhas aqui e acolá, mas o bom é saber que sempre teremos NYC! new-york

Fotos: DQZ e Reprodução