VIAJANTE CHIC & LUMICH

No começo do ano tive uma grande surpresa, que vou dividir aqui com todos vocês.

Fui procurada pela editora da nossa super consultora de moda, Gloria Kalil, o motivo, autorizar um texto escrito por mim para o seu novo livro VIAJANTE CHIC.

Há um tempo atrás, em um dia normal de trabalho onde começo vendo todos os sites de moda e afins, me deparei com um pedido da senhora Kalil, que pedia à quem tivesse uma boa história sobre viagem, um grande mico ou coisas interessantes para contar, que mandassem para ela.

Na hora veio na minha cabeça uma viagem que eu havia feito para o PANTANAL, eu não titubiei e enviei imediatamente a minha história que eu contei AQUI no blog.

Sobre o livro de Gloria, devo fazer duas ressalvas:

– A primeira é: o lugar onde eu descrevo a minha aventura é o Pantanal de Mato Grosso do Sul, ao invés de Bonito como está escrito no livro – essa é uma outra história que eu conto AQUI.

– A segunda é: sobre o “conceito de viagem” descrita pelo livro (página 38), na verdade a minha história sobre o Pantanal é justamente o oposto, sou TOTALMENTE urbana e passar esses dias no Pantanal mudou o meu conceito de ” NATUREZA”.

Bom, ressalvas à parte, fiquei imensamente FELIZ com a minha participação no livro VIAJANTE CHIC!!

Fotos: Reprodução

Pantanal: Eu sobrevivi!

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Relaxar… foi tudo o que eu não consegui fazer nesses 7 dias de férias. Meu marido aventureiro reservou uma grande surpresa para mim, passar 4 dias no Pantanal de Mato Grosso do Sul e mais 3 dias em Bonito.

O começo até pareceu promissor, chegando em Campo Grande pegamos um aviãozinho e seguimos para o Refúgio Ecológico Caiman, uma fazenda de 53 mil hectares localizada na cidade de Miranda. A viagem  foi rápida, de apenas 40 minutos, e a nossa frente uma paisagem lindissíma.

Na chegada fomos recebidos pelos guias, Fabio e Nêgo, que nos levaram da sede para a nossa pousada — Cordilheiracomo era meu aniversário, fui recebida com flores no quarto, cartãozinho de felicidades e um jantar romântico maravilhoso a dois.

Mas, todo o meu encantamento da chegada acabou quando nosso guia nos disse que teríamos que acordar às 6:15 para a nossa primeira trilha do dia… Como assim?? Nem em São Paulo eu acordo nesse horário!? E fazer trilha?? — detalhe, de 3 horas — Trilha eu estou acostumada a fazer na quinta avenida em Nova Iorque, não no meio do mato às 6:15 da manhã!

E durante esses 4 dias eu acabei fazendo não só uma trilha, mas várias, andei a cavalo (com medo, sim, eu tenho medo), andei de barco, de canoa canadense (que me juraram que não virava), fizemos workshop de astronomia no meio do nada durante a noite, além de focagens noturnas todos os dia para tentar ver a onça, que, é claro, nós não vimos, e por aí à fora…

Não posso deixar de falar também de outro  jantar maravilhoso no meio da mata, todo produzido com muito capricho, cheio de velas espalhadas pelas árvores, o caminho todo iluminado, foi uma grande surpresa. E o melhor foram as companhias, conhecemos um casal muito engraçado de Londres com quem rimos a noite toda — depois eu descobri que se tratavam do ator Dexter Flecher e da cantora de ópera Dalia Ibelhauptaite.

Apesar de todo o cansaço, do frio e do excesso de comida pantaneira que eu ingeri, feita pelas mãos mágicas do chef Roger, devo confessar que o Pantanal valeu a visita, o lugar é maravilhoso, cheio de várias espécies de animais e aves, o céu é estrelado e o ar é puro.

A seguir nossos melhores momentos, o difícil foi escolher apenas algumas fotos:

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A aventura continua… a seguir cenas dos próximos capítulos — Bonito!!!

Fotos: DQZ