TO BE A HIPSTER

Hoje eu vou apresentar a vocês a minha versão HIPSTER de ser. Sim, existem versões de como ser um HIPSTER e para maiores informações é só clicar AQUI , para entender todo esse movimento.

Na minha concepção, resolvi não seguir tão a risca as regras desse estilo, abusei do meu short jeans mais larguinho e da minha camisa com um estratégico nózinho.

É bem verdade, que estou mais para HIPSTER PATRICINHA, do que para uma HIPSTER pseudo-intelectual, afinal de contas, esse salto não faz muito parte do estilo, mas quem resiste no alto do meu “1 metro e oitenta” de altura a deixar de usar um destes, hein?!

Inovações a parte, esta é a minha versão…DO YOU LIKE IT?!

* Short THELURE

* Camisa THELURE

* Bolsa COACH

* Sandália MELINA

Love,LuMich

Fotos: Márcia Gama

A minha evolução fashion – Feliz Dia das Mães!!

Antes de começar a escrever este post, preciso esclarecer que ele será dividido em 2 partes: A.B e D.B.

A.B. Significado: antes de ter bebê
D.B. Significado: depois de ter bebê

LuMich – A.B.

LuMich – D.B.

Depois de ter filhos, eu além de me “tornar uma pessoa melhor”, como já dizia a Galisteu. Eu, me transformei “fashionisticamente” falando, passei por vários estilos, tais como:

1- Riponga – na época do teatro, era fácil me encontrar vestindo saia comprida indiana e sapatinho chinês, comprado na Liberdade.

2- Surfistinha – eu não entrava no mar por nada nesse mundo, mas quem me visse jurava que eu fazia parte da tribo, cabelos à la californiana, short jeans, regata e biquíni por baixo sempre.

3 – Patricinha – Fase das boates, das calças de marca, de preferência Zoomp ou Forum e London Fog nos pés, claro (pronto, entreguei a minha idade).

4 – Alternativa– essa foi a fase em que eu vivia no eixo São Paulo/Bahia, muito vestidinho florido e havaianas.

Enfim, passei por várias fases quando adolescente, mas num belo dia me tornei mãe e minha confiança fashionista foi pras cucuias, me deu um tilt na maneira como eu me via, passei a achar que eu deveria ficar mais séria, afinal apesar da pouca idade, eu era mãe, né?!

Passei anos sem me encontrar, até que passei a entender que o fato de ser mãe, não necessariamente significava que eu tinha me tornado uma matrona séria e caretona.

Voltei aos pouco às minhas origens e comecei a fazer as pazes com o meu estilo, é fato que ter feito consultoria de imagem, me ajudou a entender o que era estilo e como ter um.

Até hoje, as dúvidas me acompanham, só que agora por outros motivos, como por exemplo: será que eu ainda posso me vestir assim, afinal meus filhos cresceram?!

Toda essa ladainha fashionista, só serve na realidade pra dizer, que ser mãe é BOM DEMAIS – com ou sem estilo!!!

UM FELIZ DIA DAS MíES!!!

Foto: Rebeca Figueiredo, DQZ e ilustração Paty Vitali