Black & White

Meu look Black & White, estilo sessentinha, foi um achado de fast fashion. O vestido já era baratinho e ficou ainda mais, porque estava na liquidação — comprei na H&M de Barcelona, na época das famosas rebajas.

Nesse friozinho que chegou com o inverno, eu aproveitei pra fazer um look bem confortável (sem salto alto), afinal de contas pelo menos no final de semana, os meus pezinhos precisam de uma folga fashionista.

Adoro os vestidos tubinhos que lembram a década de 60, aqueles com estilo futurista da Courrège ou aqueles da famosa coleção de inverno de 1965, do estilista Yves Saint Laurent, onde ele presta homenagem ao pintor abstrato Mondrian, estampando suas telas em vestidos de jérsei.

Enfim, se eu pudesse escolher uma década para visitar “fashionisticamente” falando, essa década seria os 60’s…mas, pensando bem, imagina a década de 50 com aquelas divas hollywoodianas e sua moda glamorosa?! Hum, difícil de escolher!!

Mas, hoje aqui no DQZ o meu singelo look H&M é da década de 2010, do século 21 e do primeiro século do milênio.

Espero que gostem?!

LuMich by H&M

Vestido H&M, bota Prada, bolsa Chanel, óculos Louis Vitton, anel Carla Amorim e colar de coração Bibiana Paranhos.

Foto: DQZ

Minhas escolhas perfumadas

Sou apaixonada por cheiros, eles despertam em mim lembranças e sensações, que na maioria das vezes me fazem cair em pura nostalgia.

Determinado cheiro é capaz de marcar um momento inesquecível, pelos quais eu já passei ou estou vivendo no momento.

Quando eu era adolescente por exemplo, gostava de usar perfumes de homens, daqueles bem fortes e nessa fase o meu escohido era o Kouros do Yves Saint laurent, onde a definição para a sua fragrância fougère é a seguinte –“feita para os homens de espírito conquistador” (muito sugestivo para a época).

Enfim, cresci e o meu gosto por perfume se tornou mais feminino, eu, até passei uma temporada usando, o “enjoativo” Angel do Thierry Mugler, que impregnava na roupa e não saia nunca mais.

Ultimamente, eu tinha dois preferidos que se revesavam entre si, dependendo do meu humor ou do lugar aonde eu ia. Era, o Amber da Prada e o Daisy do Marc Jacobs.

Amber

A fragrância do Amber é a seguinte: Résine de Labdanum de France, Feuilles de Patchouli d’Indonésie, Résine de Benjoim de Siam et Santal des Indes. Ou seja, esse perfume é para aqueles dias em que eu me sinto poderosa!!

Daisy

Já, o Daisy, é “uma fragrância floral luminosa, refrescante e feminina, com um toque reluzente”, vem num frasco lindíssimo, com margaridas na tampa. É, para aqueles dias que eu estou meiga.

Agora, eu mudei tudo novamente e optei por dois perfumes, também com o mesmo propósito de dualidade, uma espécie de yin-yang.

  • Yang: o princípio ativo, diurno, luminoso, quente.
  • Yin: o princípio passivo, noturno, escuro, frio.

As minhas bolas da vez são: o Daisy Eau So Fresh, do Marc Jacobs e o Paris, do Balenciaga.

Daisy Eau So Fresh

“Este perfume é mais frutado, mais borbulhante, mais divertido. Ao abrir seu frasco, você será transportada para um lugar ensolarado que explode com o cheiro alegre e doce das flores e frutas”. Com essa definição, esse só pode ser o meu perfume Yang, nao é?!

Paris

Agora, o meu perfume Yin é também o meu preferido. O estilista Nicolas Ghesquière, depois de 13 anos à frente da direção criativa da grife Balenciaga, lançou o tão esperado, Paris.

O perfume foi criado pelo perfumista, Oliver Polge, que o define ” como uma fragrância cheia de luz, com alguns toques dark”. Além, do toque dark, o frasco do perfume foi inspirado na famosa silhueta de Cristóbal Balenciaga, a cocoon.

Charlotte Gainsbourg é o rosto que ilustra a campanha e segundo Ghesquière, “Charlotte não tem uma definição para si própria. Esta fragrância também é assim”. ADOREI!!

Fotos: DQZ e Reprodução