#Nos40DoSegundoTempo

O meu guia do Soho {just for you}! 1* Parte

Minha relação com a cidade que nunca dorme vem de longa data e, quem me segue por aqui ou pelo Instagram sabe que eu considero Nova Iorque a minha segunda casa e o bairro do Soho, o meu preferido de todos.

Sempre que posso me hospedo por lá (tanto faz o hotel), o importante é ficar pelo bairro. Durante a semana parece uma outra cidade fora do burburinho de Manhattan, me arrisco até a dizer que a tranquilidade habita aquelas ruas de segunda a quinta-feira, sim, de sexta-feira em diante, o bairro é tomado pelos turistas e por quem mais estiver a fim de andar por aquelas ruas de paralelepípedos.

O charme do Soho é em grande parte pela sua arquitetura (nada de arranha céus, salvo algumas exceções), seus prédios são baixos e sua marca registrada fica por conta daquelas escadas de incêndio estrategicamente posicionadas do lado de fora, feitas de ferro, típicas do século XIX, aliás, elas, as escadas são símbolos culturais da cidade.

A vibe do Soho é diferente, o ritmo também, eu (super) recomendo “se perder” pelo bairro, primeiro porque ele é relativamente pequeno, se guie pelas placas de rua da cor marrom, se mudarem de cor, você mudou de bairro. Volte uma rua e permanece nele. Segundo, duvido que você tenha pressa de sair de lá. Com um monte de opções entre restaurantes, lojas e lojinhas pra espiar, entrar e enlouquecer, vai faltar é tempo pra conhecer tudo, garanto.

Claro, impossível passar despercebido pelas compras, afinal ela está a cada passo, a cada esquina, a cada piscar de olhos. Por aqui, a variedade de lojas é a mesma da quinta avenida e seus arredores, mas eu diria que, aqui tem um algo a mais, algumas lojas são únicas e tem aquela cara descoladex/hippie/chic bem típica do Soho.

Os melhores brechós também ficam aqui – What Goes Around Comes Around, A Second Chance, Paris Station – estão por aqui, mas não se engane, o vintage tem seu preço e, nem sempre é uma pechincha, pelo contrário tem alguns itens bem salgados.

Tenho algumas (muitas) lojas da minha preferência, na verdade vou variando no instante que mudo meu estilo, ou melhor dizendo – aprimorando.

Ultimamente, virei fã da loja Tibi (se eu fosse 10 centímetros mais alta, compraria a coleção inteirinha deles). Theory, All Saints e Vince, são variações do mesmo tema: sempre tem uma peça de roupa que é a minha cara. Sandro é definitivamente o meu lado romântico (que insiste em aparecer na composição do meu estilo), apesar de ultimamente estar ligada mais ao conforto descolado da loja James Perse – aliás, chamem pelo vendedor Jamiroquai, sua compra terá outro nível de excelência – continuando, Zadig & Voltaire tem peças para suprir o meu lado mais rock and roll. Com, Marc Jacobs e Diane Von Furstenberg sempre será uma relação de amor e ódio, tem vezes que eu acho tudo lindo, outras odeio tudo.

 

Já tentei outras, mas continuo gostando mesmo das calças da Seven. Comprei um coturno do Dr. Martens e digo com toda certeza, quando ele acabado, eu compro outro em seguida. O que dizer da Banana Republic, um clássico é sempre um clássico e, eles tem a peça indispensável do meu armário: os casaquinhos. Enfim, dou sempre uma passada pela Bloomingdale’s, Adidas, Zara, MiuMiu, Saint Laurent, Prada, Issey Miyake.

E, mesmo sem comprar absolutamente nada, afinal ver as novas tendências e, o jeito como as pessoas se vestem por lá, já é uma grande inspiração para inspirar o meu próprio estilo.

Além de roupas e sapatos, o Soho tem suas lojinhas pra quem não tá nem aí pra roupa. Rick’s é do tipo de loja que você se perde e fica horas. Shampoos, máscaras de cabelo, secadores, tinturas e, mais uma porção de produtos fazem literalmente, a minha cabeça. E, os produtos modernetes da loja do MOMA?! O único inconvincente é arrumar espaço na mala. Na última vez trouxe uma luminária pra minha casa, juro.

Ah! A livraria TASCHEN do Soho que entrega os livros em casa, isso mesmo, no Brasil. Acabaram os meus dias de querer levar e não levar os livros de arte, viagem, moda e todos os outros assuntos possíveis que fazem a minha cabeça e, não eram comprados por motivos de “tenho limite de peso para as malas”.

Tem a loja de chá T2, loja de perfume artesanal, loja de roupa pra cachorro de madame, loja de decoração, galerias de arte, a loja de pijama Sleep Jones, a maravilhosa Muji (japonesa) que tem as melhores e mais cheirosas essências do bairro. Ufffa, tem muita loja pra conhecer (com ou sem dólares) mas, de preferência com.

Vamos aos restaurantes…são tantos os meus preferidos…bom, alguns deles foram recomendações de amigos, outros dicas pela internet, outros do concierge, outros do Instagram, mas a maioria mesmo foi andando, entrando e experimentando. Alguns, eu nunca mais voltarei – por motivos de, eu não gostei – outros talvez, mas os meus preferidos são sempre obrigatórios nas minhas idas.

Impossível, não comer o salmão defumado do Sadelle’s ou o eggs benedict do Balthazar (apesar da chatice pra conseguir mesa por lá). Amo sentar sozinha com meu computador no Le Pain Quotidien e tomar o Belgian Hot Chocolate deles, não posso esquecer de tomar um chá da tarde ao estilo parisiense do Ladurée. Quando eu estou com pressa, passo no Dean DeLuca e compro um iogurte de morango com granola (dos deuses), assim posso continuar a minha caminhada.

Não posso esquecer do charmoso Sant Ambroeus e do queridinho da vez – La Mercerie – colega, se passar por lá come o ovo cocotte com mushrooms, please!!! Além, do Marie Belle da foto acima, um encanto de lugar. Todos esses são algumas das minhas melhores opções para café da manhã AND brunch.

E, não posso esquecer de falar do melhor cupcake do bairro: Georgetown Cupcake Soho. Simplesmente, sem palavras, sou fã desse bolinho viciante, o meu preferido é baunilha com chocolate.

Vamos falar de almoços, jantares e “welcome drinks” no próximo post. 
See you later!!!

Bye, Bye 👋🏻👋🏻👋🏻👋🏻 NEW YORK 🇺🇸 pra entender TODA essa minha paixão, por uma ilha 🌴 (de uma maneira Comportamental), eu explico TUDO nesse post • • • http://www.dramaqueenzen.com.br/trip/a-rua-nova-iorque/ • • • "Meu amor ❤️ por NY vai muito além do consumo – obviamente, não serei hipócrita, esse lado é altamente atrativo, e, aqui é o melhor lugar no mundo para fazer shopping – mas acima disso, a liberdade que eu desfruto é maior do que qualquer item para o meu consumo. A minha liberdade não tem preço, quando se trata de andar sozinha, com ou sem meu relógio, com as minhas jóias, com o meu shorts curto, com a minha Havaianas ou a liberdade de sentar sozinha pra almoçar (sem que isso seja estranho), a normalidade de sentar para escrever no café por horas a fio (sem que isso seja absurdo), simplesmente a rua daqui é democrática. Ela abriga todos, todas, do jeitinho que cada um é ou da maneira como cada um deseja ser" 👣👣👣👣👣👣👣👣👣👣👣👣👣👣👣 #girlscandoanything #lumichwalking #newyorkart #newyorkcity #newyorklife #newyorkfashion #walkingthourghtheworld #walkingthourgh #soholifestyle #sohonyc #walkingalone #walkingnewyork #lovenewyorkcity #girlscandoit #writingmemories

A post shared by L u M i c h e l e t t i (@lu.mich) on

Um casamento em NOLA

Não estava nos nossos planos de viagens (de família), mas eis que surge um nome. Eu, logo me interessei pelo desvio de rota, da Costa Oeste para o meio dos Estados Unidos. Nunca pensei em fazer uma viagem para New Orleans. É verdade, eu sempre tive muita curiosidade em conhecer essa cidade, por inúmeras razões, seja pelas suas origens do jazz, pelas histórias da Guerra Civil, o filme 10 anos de Solidão, o trágico furacão Katrina ou o famoso Mardi Gras, vários eram os motivos pra eu querer conhecer a cidade, mas nenhum deles havia me feito querer tanto pra que eu planejasse uma viagem por lá

E, de repente o motivo que faltava surgiu, tínhamos sido convidados para um casamento, entre uma brasileira amiga do Beto, com um americano de Miami. Nenhum dos dois moravam ou tinham familiares em New Orleans, mas porque, então iriam se casar em um lugar tão peculiar como NOLA ?!

Simplesmente, porque a cidade é pura festa e, assim também são os noivos.

Esqueçam as grandes produções nababescas do nosso país, com essas festas para milhares de pessoas e, decoração de flores do chão até o teto, nada de ostentação, somente a simplicidade de uma comemoração feliz entre amigos e família. Aqui é assim.

Tudo começou pela pequena cerimônia na área externa do restaurante, foram justamente os amigos  – os celebrantes desse momento – eles quem conduziram o ritual (sem frescuras ou discursos longos e enfadonhos chatíssimos). Adorei essa quebra de regras, essa ousadia de criar um novo ritual tão particular e intimista.

Em seguida, chegamos no ponto alto da festa, quando o ritual volta para o tradicional – aos moldes da cidade e suas tradições – a noiva e o noivo convidam seus amigos para festejar toda essa alegria e a nova união, literalmente do lado de fora do salão, ou seja na rua.

Uma banda estrategicamente nos aguardava na porta do restaurante, já tocando e chamando os convidados para se juntarem aos noivos, como numa peregrinação ou numa ala de escola de samba, saímos dançando pelo rua. Que energia.

Fomos devidamente escoltados por policiais, um batedor de moto não deixa que o fluxo desandasse, somos observados de perto pelos transeuntes curiosos que, neste momento passam a aplaudir a noiva, o noivo, mandando beijos, assobios e gritos de boa sorte, felicidades e muito amor. Alguns se arriscam a dançar conosco, outras pediam selfies com a noiva, que prontamente atendia aos pedidos. Ela estava vestida com um longo branco liso divo, complementado por uma capa chiquérrima e, uma casquete no cabelo a lá década de 50, era puro estilo.

Foi uma volta por alguns quarteirões, mas o suficiente pra animar os convidados e as pessoas que estavam na rua naquele momento. E, tudo o que precisou foi, um batedor de policia controlando o trânsito e muita felicidade, além da ginga no pé, não é mesmo?! mas nesse quesito, os convidados Made in Brazil deram um show à parte. Sorry, gringos…

Voltando para o restaurante, nos despedimos da banda e, em seguida foi servido um brunch. Toda essa simplicidade fez desse casamento um dos melhores que eu fui nos últimos tempos, quando a gente faz uma festa pra gente, e, não para impressionar, o resultado é tão original, verdadeiro e único que, só poderia ter valido a pena ter feito esse desvio de roteiro. Decisão acertada.

Viagem em família!! {Parte 2}

Segunda parte da nossa viagem em família, onde paramos?! sim, San Simeon. Na verdade hoje foi dia de visitar ou melhor apresentar o Hearst Castle para as crianças – nunca, em hipótese alguma eu vou conseguir chamá-los de adolescentes ou adultos – enfim, eu queria muito mostrar para as crianças esse castelo. Lembro da primeira vez em que eu fui nele, fiquei simplesmente estarrecida com a grandiosidade ou melhor com toda aquele opulência de obras de arte que, vinham do teto até o chão, fiquei ainda mais chocada com a beleza da piscina externa, só mesmo um louco viciado em excentricidades seria capaz de mandar construir um castelo como este.

“A história do Hearst Castle começa em 1865, quando George Hearst adquire 40 mil hectares de terras no Estado da California. Após a morte de sua mãe em 1919, William Randolph Hearst que havia herdado milhares de hectares em torno de San Simeon, ao longo do tempo passa a comprar ainda mais terras ao seu redor. A propagação dessas terras abrangeu aproximadamente 250 mil hectares. Com a arquiteta, Julia Morgan, Hearst concebeu um “modesto” retiro que, ele passou a chamar de La Cuesta Encantada ou “Enchanted Hill”. Em 1947, quando Hearst teve que deixar o local por causa de sua saúde frágil, a propriedade ainda estava inacabada, embora com 165 quartos e 123 hectares de jardins, terraços, piscinas e passarelas, todos construídos com as especificações de Hearst e apresentando uma coleção de arte lendária”

Pra quem gosta de história e arte, esse passeio é a própria Disneylândia dos adultos. Ficaria horas falando sobre a sua construção ou suas particularidades, mas infelizmente precisamos partir para a nossa nova cidade e parada noturna – Carmel. Chegamos por volta das 7 horas da noite, dessa vez nenhum bloqueio nos enganou, já estamos cientes deles e não perdemos tempo algum. Nada como se informar corretamente, não é mesmo?! #FicaADica.

Enquanto, o Beto fazia nosso checking, me deparo com o que seria nossa mascote durante a viagem, a galinha SaraLim, foi amor à primeira vista. Claro, na mesma hora em que o Beto à viu, sua reação já era esperada por todos nós “Pra que você comprou essa coisa inútil?!”, eita homem sem coração, como diria Renato Russo – “Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?!“.Dormimos apenas uma noite, no dia seguinte fizemos um reconhecimento pela cidadezinha, muito charmosa e partimos munidos de muitas guloseimas para o nosso destino de neve desta parte da viagem.

Foram umas 4:30 de viagem até Lake Tahoe, durante o trajeto, uma pergunta não saia das nossas cabeças “Cadê a porra da neve?!”. Onde antes já havia neve no passado, agora nada dela. Chegamos, ainda era dia, realmente a neve tava bem mais ou menos, viajamos um monte, fizemos todo um planejamento pra encaixar o ski e, agora essa neve sem graça. Foi então que, eu decidi dessa vez eu não vou esquiar. Simples assim. Vou ficar no SPA do hotel, troco meu skipass por massagens. Nunca tomei uma decisão tão acertada em toda a minha vida (Rsrs).

Foram poucos, mas dias maravilhosos de pura inércia e muita massagem no corpo, no rosto, além da hottub, da sauna, do relaxamento e dos muitos vinhos para aquecer o corpo e a alma. O Beto e as crianças esquiaram, então no final do dia nós nos encontrávamos para aperitivar ou jantar juntos. A Perfect match.

Como tudo que é bom dura pouco, nós e a mais nova integrante da família SaraLim partimos para São Francisco. Aqui aconteceu mais uma dos imprevistos (se assim eu posso chamar), só que foi um dos maiores que eu já tive em qualquer viagem. Calma, já conto tudo, antes vou falar o que fizemos de bom por aqui, ok?!. Muitos passeios, andamos nos famosos bondinhos pela cidade, passeamos pelo Pier, pelo centro (*comprinhas de ocasião – depois eu explico este significado) pelo bairro do Castro, pela Golden Gate, enfim pelo pontos turísticos principais. So far so good.

Último dia, jantar, banho, todos mundo fechando suas malas e, eu pergunto “Cadê os meus dois anéis?!”. Procuramos exaustivamente pelos dois quartos e nada, eu começo a pressentir o pior. Fato, sumiram. Chama a segurança, aquela novela toda de empurra-empurra de responsabilidades. Nada se resolve, eu sem muitas esperanças preciso tomar um Rivotril pra tentar dormir.

Acordávamos muito cedo, tínhamos um voo para New Orleans, nossa última cidade dessa viagem em família. Sigo para o aeroporto com cara de velório, tristíssima sem meus anéis de estimação, entro no avião apelando para a física quântica, apelo para a força do pensamento positivo, afinal só ele naquele momento poderia trazer de volta meus lindos anéis. Sento ainda a contragosto, o Beto resolve pagar a internet do avião, manda uns emails na tentativa de que alguém se mexa de fato, até que, recebemos a feliz notícia: os anéis foram “encontrados” na segunda tentativa de busca pelos quartos. Aham, ok!! Seja lá como eles “apareceram”, mande-os de volta para mim, NOW!! (no dia seguinte via fedex overnight, eles chegaram :).

Aliviadíssima, a nossa chegada em New Orleans foi pura alegria, digo nossa porque se os anéis não tivessem “aparecido”, imaginem o meu humor, não é mesmo?!. De cara já deu pra sentir a good vibe do lugar, pegamos um motorista para nos levarmos ao hotel, ele se parecia mais com um personagem de filme, tipo Louis Armstrong & Billie Holiday – Do You Know What It Means To Miss New Orleans. O cara era uma figura, falava, gesticulava, era cheio de gírias incompreensíveis, até mesmo para os mais fluentes em inglês. Eu fazia cara de “Tô entendendo tudo”, ria e perguntava “O que ele falou?!”, resposta – “Não entendemos também”. Alívio, eu não era a única.

Logo de cara, tínhamos um compromisso pela noite. Na verdade, essa parada por NOLA tinha um propósito, o casamento de uma amiga muito querida do Beto. Por isso, acabamos parando nessa cidade tão excêntrica, com um pouco de tudo, ou como eu ouvi falar por lá – “Do luxo ao lixo”.

Fomos a um bar de um hotel famoso, até aí tudo normal, banda tocando aquele jazz calminho, o povo conversando numa boa, tudo muito básico. Saindo de lá resolvemos andar pelo famoso FrenchQuarter, aí o bicho pegou. A cada entrada de bar, uma música e um grupo de pessoas completamente diferentes. Tinha desde música negra de raiz, até rock and roll, misturado com hip hip e muito pop. Uma salada musical de estilos. Uma loucura, como diria a Narcisa. Teve Mardi Gras pelas ruas, aquele Carnaval típico dos Orlenianos(as). Agora, o ponto alto mesmo de toda essa festa, foi quando pediram meu ID ou RG (como quiserem), para eu poder entrar em dos bares, achei simplesmente lindo me confundirem com uma “menor de idade”.

A prova cabal!!!!

Sobre o casamento, ele merece um post à parte. Definitivamente, foi um dos melhores dos últimos tempos, nada de frescuras e muita alegria pelas ruas.

Fiquei completamente apaixonada por essa cidade, sua parte histórica é encantadora com aquelas casas antigas instaladas no bairro do Graden District, lembravam “O Vento Levou”, ok, não se passava em New Orleans, e, sim, na Georgia, mas o cenário era parecido, isso que interessa nessa minha associação. Muita história pelas ruas, pelos cemitérios – alias, este é um programa imperdível – se vier para Nola, tem que fazer o tour do Cemitério de Lafayette. Aproveite e almoce no mais tradicional dos restaurantes – o Commander’s Palace – só, um aviso: a comida leva muitos condimentos e muito alho. Mas, o meu melhor conselho é, festeje muito, Nola é a cidade ideal.

MY ❤️ SQUAD!!! • • “The bright turquoise-and-white building on the corner was erected in 1883 for Emil Commander to be run as a restaurant. It is now considered to be one of the best restaurants in the United States and has been owned by the Brennan family, some of New Orleans’ foremost restauranteurs, since 1974. Locals attend the weekday martini lunches – twenty-five cents for a martini with an entrée! – but the weekend jazz brunch is also a nice option. Reservations are required and there is a strict dress code” • • Da série 📸This is NEW ORLEANS 🔝🎷🎺🎼🎹🎭 • • #neworleans #neworleanslife #wanderlust #globtrotter #viajandopelomundo #worldtravelpics #instatravel #travelblogger #louisianaphotographer #nola #thebucknermansion #gardendistrict #commanderspalace #comanderspalace

A post shared by L u M i c h e l e t t i (@lu.mich) on

Dia de voltar, aquele velho mixed feelings entre a vontade de continuar viajando com eles, com a saudades de voltar pra casa e ver as cachorras: Marie e Lolla (apesar de bem cuidadas, nos aguardavam saudosas).

O avião aterrisa no Brasil. Pedro nem mal chega e, já vai trabalhar, resta o Beto e a Cora que ainda vão ficar mais esse restinho do dia em casa. Amanhã, vida que segue, ansiosa pela nossa próxima viagem em família, essa união de alguns dias grudados nunca terá preço, minhas crianças vamos aproveitar nossas férias juntos até quando vocês quiserem, até quando vocês estiverem por aqui. Termino meio melancólica, porque sei que, eles um dia terão asas…